Após discussões sobre expedições de pesquisa, surgem impossibilidades em propostas na OMS.

Por: Victoria Vieira Moreira

Delgados tiveram impasses para efetivação de propostas no comitê.

Nesta terça feira (02), foi realizada a primeira sessão da Organização Mundial de Saúde (OMS) para discutir a respeito das doenças raras e a indústria farmacêutica. As nações retrataram o seu posicionamento a respeito, e algumas apresentaram prévias propostas com muita prontidão. A fim de encontrar soluções para as problemáticas que apareceram conforme o debate, dentre elas, uma expedição para coletar dados genéticos, para assim realizar estudos com o intuito de investigar e elaborar pesquisas, proposta feita pelo representante da China, no entanto, houveram algumas objeções por parte do Reino Unido e da França.

Em uma entrevista feita com as representantes das Nações que objetaram a proposta, a justificativa foi sustentada pela ineficácia das expedições na medida em que a coleta de dados genéticos exige recursos complexos. Visto que, muitas das doenças, inclusive as que são de origem hereditária, carecem de um mapeamento genético, e consequentemente um alto investimento financeiro, o que torna inviável esta proposta.

Segundo a delegação do Reino Unido, é de responsabilidade dos países realizar o mapeamento genético, pois exige um conhecimento mais aprofundado a creca das doenças de origem hereditária. Por outro lado, a delegação da China questionou a limitação imposta pelo Reino Unido, alegando que existem países deficitários que carecem de recursos médicos para realizar este mapeamento genético. Além disso, ressaltou a importância do investimento de pesquisas, bem como o compartilhamento desses dados aos outros países, tendo como objetivo propiciar um estudo coletivo, levando em consideração a escassez de recursos dessas Nações, bem como o comprometimento com os objetivos sustentáveis do milênio de número 03 e 10 que respectivamente visam a boa saúde e o bem estar, e a redução das desigualdades sociais.