A INDIVIDUALIDADE VATICANA ULTRAPASSA AS FRONTEIRAS RELIGIOSAS E BUSCA O MONOPÓLIO DE BIOTECNOLOGIAS

Por: Eduarda Lopes

O escândalo da clonagem de representantes atinge o Vaticano que até o momento posicionou-se contra experimentação em humanos. 

A crise que ocorreu nesta tarde (03) no Comitê de Bioética abalou a todos de forma inesperada, visto que havia uma crença errônea da postura inconversível do Vaticano, que até o momento manteve-se fora das negociações sobre a possibilidade do uso de embriões com a justificativa de “são criaturas de Deus”. Sequencialmente, veio a conhecimento público que Chefes de Estado financiaram pesquisas e desenvolvimento de clones, inclusive o Papa.

Inicialmente, era pregado pela delegação vaticana uma postura rígida perante o desenvolvimento da Engenharia Genética e posteriormente seu próprio Chefe de Estado, apoia esses avanços de forma ilegal e sigilosa. Há perguntas pautáveis que devem ser feitas são: “Seria uma estratégia em conjunto a outras nações?” ou ainda “Qual o interesse do Vaticano e nações conjuntas em impedir o desenvolvimento da biotecnologia em outros países?”. 

Por fim, no que diz respeito ao perigo mundial da presença de clones, apesar do desejo de algumas delegações do segredo, já foi discutido e Carsten será julgado na Corte Internacional junto com os países participantes de forma direta ou indireta. Ademais, há a preocupação com os clones, tendo em vista a situação precária de semi escravidão e choque de identidade, com o intuito de inserção destes na sociedade.