Documento do bloco europeu reitera a necessidade de cooperação internacional; Bloco asiático propõe sugestão inusitada

Por: Letícia Souza

Após salientar necessidade de cooperação , Bloco Asiático propõe a criação de baratas transgênicas para amenizar a situação dos dejetos.

Hoje (3), segundo dia de sessões, os países do ECOFIN foram agregados em grupos a fim de elaborar um documento conjunto para lidar com a questão do lixo. Em meio a outras recomendações, o Bloco Europeu reiterou a necessidade de cooperação internacional para o problema do lixo. Enquanto isso, o Bloco Asiático, em sua versão, apresentou uma proposta arrojada: O desenvolvimento de baratas geneticamente modificadas, que comeriam o lixo produzido pelas fábricas.

Questionada pelo Orçamentário devido aos custos da modificação gênica, a proposta foi depois esclarecida: As baratas seriam criadas pelas empresas.

Apesar de semelhante a medidas já existentes, como a elaboração em laboratório de bactérias com a mesma função, a proposta chinesa parece dar um propósito, de certo modo, útil, aos insetos que, por hora, aparentam estar presentes apenas para assustar os moradores nas horas vagas.

A medida parece ser também muito útil aos países tropicais, visto que a proliferação de baratas é favorável em clima quente e úmido. Na própria China, por exemplo, a proposta torna-se eficiente devido tanto ao clima quanto ao contingente populacional. De acordo o “The World Factbook”, na livraria do site da Agência de Inteligência Central (CIA) a população chinesa era a maior do mundo: aproximadamente 1,3 bilhões de pessoas viviam no país em Julho de 2017, número que não parece decair.