CPCJC busca solução para fake news

Por: Carlos Akio Yonamine

CPCJC discute formas de barrar a penetração de notícias falsas

O CPCJC retomou a discussão referente às fake news. Ocorrido após a problemática referente à China e a Emerdata Limited, o debate visou discutir um meio de combater as notícias falsas. Delegações de opiniões são divergentes acabaram freando a progressão da agenda pelo comitê.

Diante da proposta de se utilizar um órgão fiscalizador que averiguasse a veracidade das notícias, estabeleceu-se um embate em que as delegações chinesa e turca, defensoras de responsabilizar apenas ao Estado como examinador do conteúdo midiático. Diversas representações criticaram a posição das nações asiáticas, sob alegação de que a exclusividade estatal poderia resultar em censura. Assim, defenderam a pluralidade de opiniões, mesclando-se atuação estatal e de mídias independentes, a exemplo da iniciativa “Fato ou Fake”, utilizada no Brasil. Além da fiscalização, sugestões referentes à utilização da educação como forma de prevenção às fake news surgiram.

Assim, apesar de o comitê não ter especificado o agente responsável pela avaliação da veracidade das informações, recomendou “a discussão na UNESCO sobre o tópico de parceria entre tecnologia e educação. Dessa forma, o comitê procura abranger ao máximo de políticas internas e incrementar o combate às fake news.